
Quando alguém faz alguma coisa excepcional, excêntrica ou até mesmo comum, mas com uma pitadinha de criatividade, tem pessoas que utilizam o dito: “cada louco com sua loucura”. Sempre ouvi isso, em várias situações.
Agora uma coisa que eu não entendo é a graça de fumar. Queimar um papel, com uma substância do tabaco, e, logo depois, soltar uma fumaça incomodante, para alguns, no ambiente. Sem falar nos problemas que esse elemento, antes utilizado com finalidades terapêuticas pelo os índios, os primeiros fumantes, traz para seus simpatizantes ou não. Para alguns pesquisadores, esse maldito hábito começou há 8 mil anos atrás. E hoje, estarrecidos, vemos até crianças soltando a fumaça pelo o nariz e boca. Tentam impedir, mas é em vão. Tentam assustar e alertar com exemplos de vítimas da nicotina atrás das embalagens do produto. Não adianta. A vontade é maior e impede qualquer ação do usuário.
E tirando como base o dito popular citado nessa postagem, fico a observar como as pessoas pensam, agem , são diferentes! E, várias, se deixam ser desgastadas por esse vício, mas como dizem, “cada louco com sua loucura”, não é?
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