
Os números afirmam: no mundo, existem entre 50 e 100 milhões de viciados em internet, segundo artigo da pesquisadora Diane Wieland publicado em maio na revista "Perspectives in Psychiatric Care". A internet é um serviço que ainda não atingiu toda população, imagine se todos já possuíssem o serviço! Basta apenas digitar no teclado e dá um click, pronto! O “mundo” está ali, na tela do computador. E com essa evolução da rede, pessoas têm se vinculado excessivamente a esse serviço e tornando-se dependente.
Como tudo em demasia faz mal, com a internet não é diferente. Existem os mais diversos tipos de adeptos a internet. De crianças a idosos a rede tem o poder de induzir. Sites de relacionamentos, mensagens instantâneas, jogos on-line, uma infinidade de recursos instrutivos e destrutivos são encontrados na internet.

Tem pessoas que admitem que “não dá para viver sem internet”. E, pelo visto, um novo vício surgiu no século XXI. A jovem Thayse Ramayna declara: “Eu não vivo sem internet”. A rede, realmente, é uma coisa imprescindível na vida dela. “Tem dias que a internet da minha casa cai... é mesmo que meu mundo desabar” .São horas na frente do computador. Ao chegar da escola, Thayse corre para frente da máquina e fica mais de sete horas acessando, ás vezes, fica até a madrugada. Segundo ela, no fim de semana o computador não cessa. “Fico no sábado e domingo o dia todo”. Uma sina semelhante é feita pelo o adolescente Flávio Ricardo. Ele conta que acessa a internet, pelo menos, 2 vezes por dia. São mais de 4 horas, parece pouco comparando com o horário da Thayse, porém o suficiente para ele revelar: “Já percebo que a internet prejudica minha visão. Eu um dia tentei ver, de longe, à hora no computador, mas não consegui enxergar. Fiquei muito triste.”
Segundo psicólogos, os pais que não quiserem ver seus filhos com problemas futuros devem impor limites desde cedo. Já aos adultos, eles mesmos têm que tomar a iniciativa de moderar a sua compulsão em entrar na rede. Aqui na Paraíba, ainda não existem organizações de apoio a quem queira maneirar seu tempo de acesso a internet, mas em São Paulo já existe. O Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo, usa psicoterapia para o tratamento.
É... A internet parece ser uma grande vilã, certo? Não. Errado! Ela pode trazer grandes benefícios também. É com o auxilio da rede que muitos descobrem, conhecem e se divertem no momento de ociosidade. Desde que a internet se popularizou no final do século XX, o mundo mudou. Com ela podemos falar com quem está distante através da web cam; encontrar CDs ou DVDs de tempos antigos ou modernos, fazer compras em casa sem precisar se deslocar enfrentando o stress da cidade, criar a sua página pessoal mostrando seu trabalho, pensamento, idéias entre outros benefícios. Bastando apenas fazer tudo com moderação.
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