“Amo minha mãe”, “Eu amo meu pai” “Amo Chocolate”, “Amo batata frita”, “Odeio quem fica atrás de mim no PC”, “Odeio matemática”, “Tocava campainha e corria”, “Saudades da minha infância”, “Estudei em tal escola”, “Fui aluno de tal professor”... É incontável o tanto de comunidades que têm no Orkut. Algumas tão populares que passam dos 3 milhões de pessoas – Caso da “Eu amo chocolate”-.
As comunidades estão servindo mais do que a configuração quem “Sou eu” para se descrever uma pessoa. Elas te entregam de forma impiedosa, mas com sua concessão, claro! A partir do momento que passo a fazer parte de qualquer uma comunidade,
revelo um pouco ou até muito de mim.O mesmo pensamento tem a jovem Sarah Mubarac que integra mais de 70 grupos. Ela revela sua opinião em relação às comunidades: “Acho que as pessoas não costumam abrir a minha comunidade pra saber o que ela diz, então procuro comunidades diretas, que dizem tudo com o mínimo e palavras possíveis. Porque através das comunidades as pessoas podem se expressar mais. E uma pessoa que te conhece, sem você dizer nada. É só ir lá olhar e já define um pouco da sua personalidade.”

Charlan Paiva acredita que as comunidades não influenciam tanto individualidade de cada pessoa:
“Nem sempre! Porque, às vezes, participamos de uma comunidade a pedido de outras pessoas e também porque gostamos da capa d
a tal comunidade. Mas eu, particularmente, participo por opção, ou seja, para tentar expressar meu pensamento através da comunidade.”Em relação ao cuidado ao passar a participar de uma comunidade, Veruska Nália conta as suas precauções. “Sim. Acredito que as comunidades podem influenciar na personalidade de alguém. Sempre tenho cuidado, ao entrar em uma comunidade. Vejo se ela tem palavrões ou coisa do tipo: ‘odeio’. Ai, não prefiro participar dela.”
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